Se a resposta demorou a sair, você já sabe qual é.
Eu abro uma hora da minha agenda pra sentar com você, olhar os números da sua escola e montar o caminho dela gerar caixa mais rápido. Você sai dessa conversa com um plano de ação na mão.
Quero marcar meu diagnóstico Você fala comigo pelo WhatsApp. Sem formulário, sem robô.
Faz 25 anos que eu ando por escolas de dança do Brasil inteiro. E o retrato que mais se repete é esse.
A escola fatura mais de dez mil por mês. Tem sala. Tem nome na cidade. Tem gente que só dança porque um dia entrou naquela porta. E mesmo assim tem mês de a dona tirar do próprio bolso.
Ela tem teatro próprio, trinta anos de história e quase quinhentas matrículas. E não sobra dinheiro pra ela.
Isso não é falta de talento — você já provou o seu. Não é falta de aluno. Não é falta de esforço, muito menos: você trabalha mais que todo mundo em volta.
É falta de estrutura pra transformar o que você já construiu em dinheiro que chega até você. E falta de estrutura tem conserto.
Não é apresentação de produto. É uma conversa de trabalho, e ela acontece nesta ordem:
Como ela nasceu, quantos alunos tem hoje, o que já deu certo, o que travou e o que está te consumindo. Antes de eu falar qualquer coisa, eu preciso conhecer a sua realidade.
Faturamento, número de alunos, ticket, evasão, planos que você oferece e os que você não oferece. Sem julgamento — quase nenhuma dona de escola tem esses números na ponta da língua, e tudo bem.
Onde está o caixa mais rápido dentro do que a sua escola já tem: turma ociosa, horário morto, plano que ninguém oferece, aluno antigo que sumiu. Você sai com isso escrito, pra aplicar mesmo que a gente não trabalhe junto.
No fim eu te digo com honestidade se a sua escola está no momento de entrar num acompanhamento comigo — ou se ainda não. As duas respostas acontecem, e a segunda também é trabalho bem feito.
Prefiro ser direto agora do que tomar o seu tempo depois.
Sou o Marcelo Grangeiro. São 25 anos dentro do mercado da dança — como professor, como diretor e hoje como diretor coreográfico do Dança dos Famosos, no Domingão da TV Globo.
Eu não aprendi a falar de escola de dança em curso de gestão. Eu aprendi pisando em sala, montando turma, perdendo aluno e descobrindo na marra o que segura um negócio de dança em pé.
É por isso que eu não vou te tratar como iniciante. Você tem anos de casa e já venceu coisa que muita gente desistiu no meio. A conversa vai ser entre pares.
Eu não vou te dizer que a sua escola vai lotar. Não vou te dar número garantido, e eu te peço: desconfie muito de quem der.
Aqui não tem pílula mágica. Tem muito trabalho e muito compromisso — o meu e o seu.
O que eu garanto sobre essa hora de conversa é isto: você sai sabendo onde está o dinheiro que já existe dentro da sua escola e que você ainda não está pegando. Mesmo que a gente nunca mais se fale depois.
Toda decisão é sua. O negócio é seu, e o resultado dele, positivo ou negativo, também é. Eu te entrego a estratégia. Você decide.
Você me chama no WhatsApp, me conta em duas linhas como está a sua escola hoje, e a gente encontra um horário. Falo com você ou com alguém da minha equipe — gente de verdade, do outro lado.